Um grupo de analistas financeiros criará uma “moeda global de cortesia” sujeita a verificações aleatórias de identidade e atrelada a um decreto, informou o Financial Times.

Entre os planos para a moeda Saga, a mesma contará com uma fundação na Suíça e conselhos de várias figuras bancárias, entre elas o presidente do JPMorgan Chase International e ex-governador do Banco de Israel, Jacob Frenkel. O último disse que há apetite por uma criptomoeda conceitual não-volátil.

A fundação já acumulou US$ 30 milhões em investimentos e planeja emitir tokens a um preço inicial de US$ 0, o que “dá direito a seus investidores a um número crescente de Saga à medida que o uso da criptomoeda cresce”.

“Enquanto as tecnologias Blockchain obtiveram crescente aceitação, as criptomoedas levantarão preocupações com a política pública, já que são anônimas, não divulgadas e altamente voláteis”, disse Frenkel à publicação.

Compartilho essas preocupações e vejo grande valor na visão da Saga para abordá-las adequadamente.

A mudança parece ser uma nova admissão das virtudes da tecnologia criptográfica para emitir e apoiar novas moedas globais. No entanto, os organizadores propõe uma moeda que vai contra tudo aquilo a que o bitcoin se propôs, subvertendo a ideia de uma moeda global livre e democrática.

A compra de tokens “exigirá que os proprietários passem por controles contra lavagem de dinheiro e permitam que as autoridades nacionais verifiquem a identidade de um detentor de tokens Saga quando necessário”.

“Não estamos querendo que a Saga substitua quaisquer moedas fiduciárias nacionais, mas sim uma moeda global complementar”, continuou o fundador e presidente da Saga, Ido Sadeh Man.

Estamos alvejando pessoas que estão mantendo moedas digitais e procurando por portos seguros contra a grande volatilidade do mercado.

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